A Tulipa é uma linda flor, mas uma péssima teologia!
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No
final do sermão profético, o Senhor Jesus afirmou que será dito aos que
estiverem a sua esquerda, quando do juízo das nações, o seguinte: “Apartai-vos
de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos”
Mateus 24:41. Ora, se em sua economia, se em sua soberania tivesse o Todo
Poderoso desprezado homens enquanto predestinava homens, então para os homens
desprezados, para os que não foram escolhidos para a salvação, estaria
preparado o lugar de tormento, já que não lhe seria dado o direito de irem para
o lugar de alegria e paz. Jesus teria, neste caso, se equivocado. E certo
estariam todos os seguidores dos 5 pontos calvinistas. Para os que acreditam na
“coisa”, a afirmação correta deveria ser: “Apartai-vos de mim malditos para o
fogo eterno preparados para vós que não fostes escolhidos, para o diabo e seus
anjos”. Mas como Jesus jamais se equivocou, equivocados estão os que pregam e
ensinam a tirania absurda de uma escolha a dedo dos que serão salvos
eternamente.
Sabe-se que,
desde o início do ministério, o talento de Charles Spurgeon para a exposição dos textos bíblicos foi considerado extraordinário. E sua excelência na
pregação nas Escrituras Bíblicas lhe deram o título de O
Príncipe dos Pregadores e O Último dos Puritanos. Mas quando ficamos diante de afirmações como “Cristo comprou para si próprio alguns
dentre cada reino, nação e língua sob o céu! Ele redimiu dentre os homens
alguns de cada classe – do maior ao menor; alguns de cada cor – brancos ou
negros; alguns de cada posição na sociedade – o melhor e o pior. Para homens de
todos os tipos Cristo Jesus se deu como resgate, a fim de que fossem redimidos
para Ele mesmo.” (CharlesSpurgeon) queremos saber se Spurgeon considerou somente o mundo particular dele próprio ou se considerou as nações de toda Terra.

Bem, teríamos duas perguntas
básicas a fazer, e sendo assim, mostrar que este ponto da fé reformada não está
resolvido: quais foram os critérios que o Eterno se utilizou para eleger os
eleitos? E: conforme as Sagradas Letras, quem é o povo de Deus? Se for
demonstrado evidências para essa duas questões as coisas certamente serão
resolvidas.
Por
que grande parte dos cientistas não acredita nas palavras da religião? É porque
se acreditassem, seriam religiosos e não homens da ciência. Esses homens da
ciência pensam que aqueles que não passaram pela educação científica, os homens
comuns, são como sonâmbulos: caminham envolvidos por uma nuvem de ilusões e
equívocos que não os deixam ver a verdade. Míopes. Cegos. Veem as coisas de
cabeça para baixo. E por incapacidade cognitiva mesmo. E essa é a razão pela qual os cientistas ouvem as palavras da religião com um sorriso
condescendente (não só eles, mas todos que acreditam serem modernos demais).
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| Haverá um tempo em que o cordeiro se deitará junto com o lobo. Metáfora de um Governo Absoluto. |
“Disseram-me
que Deus me ama, e ainda assim a escuridão, o frio e o vazio são tão grandes
que nada toca minha alma. Terei eu errado ao me entregar cegamente ao chamado
do Sagrado Coração?”