“Saulo, Saulo, por que me persegues?”. Essa expressão saiu de dentro de um resplendor de luz, ferindo os ouvidos de Saulo de Tarso, varão valoroso, homem de Deus, criado aos pés do extraordinário rabino judeu Gamaliel, e preparado para defender a fé judaica até as últimas conseqüências. Saulo, hebreu de hebreus, judeu da gema, sem miscigenação, sem mistura racial, vivia para enaltecer o judaísmo, religião, na acepção usual do termo, cujo os valores havia sido dados pelo próprio Deus de Israel. Saulo não estava agarrado a qualquer mito semita, egípcio ou romano. Não servia a nenhuma divindade pagãs das diversas culturas de então, com suas imagens e ícones. Saulo servia a Deus. O Todo Poderoso. E abominava tudo quanto não fazia parte da fé judaica. Naquele momento, no momento em que, prostrado, vencido pelo esplendor da luz, ouviu a exclamação, dirigia-se a Damasco (capital da Síria) com ordens expressas do sumo sacerdote para trazer preso a Jerusalém quem quer que fosse encontrado professando o nome do Senhor Jesus.

O texto narrativo do livro dos Atos afirma que, em seu zelo pelas coisas de Deus, pela fé judaica, Saulo de Tarso respirava ameaças de morte contra os remidos pelo sangue de Jesus (At. 9:1,2). Mas quanta ironia! E Saulo por acaso procurava estar a serviço de Baal? De Dagon? De Afrodite? De Diana dos Efésios? Ou de qualquer outro nome? Sua intenção era servir o Deus vivo, Todo Poderoso, Deus dos patriarcas e profetas judeus. O que poderia ser mais precioso, mais valoroso e mais correto que isso. Servir a Deus, o Grande Eu Sou, teria que ser o que alguém de mais importante faria na vida. Teria, se fosse, e seria se, ao invés de servir a Deus, Saulo não estivesse fazendo o caminho inverso. A intenção ele tinha. Ninguém serve a Deus agindo da forma como resolvera agir. Agindo assim, alguém estará servindo a si mesmo, aos seus propósitos, tentando ganhar cartaz porém, sem submeter à vontade do Senhor. Assim não dá! Assim não serve!

Saulo não era um homem comum. Pertencendo a uma família com recursos financeiros (estudar em Jerusalém saindo de Tarso, cidade da Silícia, na Ásia Menor, não era para qualquer um, exigia despesas não muito pequenas) Saulo conseguiu amilharar conhecimentos proféticos que estiveram fora do alcance da maioria. E por que causa não reconheceu, o fariseu, ser Jesus o Messias de Israel? Não houvera falado Miquéias sobre Belém Efrata como aquela da qual saíra o Senhor (Mq 5:2)? Não falara Isaías sobre o que aconteceria com o Filho de Deus enquanto executando o plano para a salvação de pecadores (Is. 53)? O que acontecia com Saulo de Tarso finalmente? Saulo sofria de fanatinite aguda. Aprendera tanto sobre o judaísmo que a névoa do fanatismo subira ao seu coração, ao seu entendimento. E seu zelo por Deus perdera e perdeu o verdadeiro sentido.

Tempos depois de convertido, disse ele, Paulo, aos judeus em Jerusalém: “Eu sou judeu, nascido em Tarso da Cilícia, mas criado nesta cidade, instruído aos pés de Gamaliel, conforme a precisão da lei de nossos pais, sendo zeloso para com Deus, assim como o sois” todos vós no dia de hoje. (At. 22:3). Zelador de Deus sem fazer a vontade Dele. Sem atentar para o que os oráculos do Velho Testamento diziam sobre o Senhor Jesus, Saulo continuava sua vida de fanatismo religioso, imaginando estar servindo a Deus, e tendo mesmo a intenção de fazê-lo. “Saulo, Saulo, por que me persegues?”. “Quem eis Senhor?”. Sabia tanto da Lei, e dos profetas, e dos Salmos, mas não sabia o essencial. Que aquela voz tinha que ser de alguém com suprema autoridade Saulo reconheceu na hora. Ninguém poderia projetar uma luz com aquela intensidade se não fosse alguém com suprema autoridade, com grandioso poder. O senhorio, a autoridade, o poder Saulo reconheceu: “Senhor!”. Mas a pessoa não: “Quem eis?”. “Quem eis Senhor?”.

Vários anos já haviam transcorrido desde que acontecera a morte do Filho de Deus, o Cordeiro Eterno. Entretanto Saulo, de olhos vendados pelo fanatismo judaico, não fora capaz de ver o obvio. Ou seja, que Jesus era o Cristo, era o Messias. Gente boa Saulo de Tarso. Levava a sério as coisas Sagradas. Quisera aprender, e aprendera tudo sobre o Velho Testamento. Além do que, tomara conhecimento da filosofia dos grandes mestres gregos. Era versado na literatura corrente do Império Romano. E falava várias línguas. Tudo isso ele pregava com o propósito de exaltar o nome de Deus, do Deus de Israel, a quem tributava reverência, louvor e adoração. Estaria tudo bem se Deus se satisfizesse com as intenções dos homens, quando essas intenções fossem sinceras e feitas com amor. Mas intenção não resolve o problema eterno de ninguém. A intenção de pagar uma dívida não a torna liquidada. Um débito não pode ser quitado com boas intenções, com lágrimas, com pensamento positivo e nem com oração e jejum. Para quitar um débito contraído, alguém tem que dispor da importância correspondente àquele débito. Ao credor, não interessa se o devedor atravessa momentos difíceis e vive uma crise. O débito existe, e para liquidá-lo só o pagamento no valor correspondente. Saulo tinha um débito com a justiça divina. Ele, como todos os observadores da Lei cerimonial, já que o aspecto moral da Lei não tinha como ser observado, ele, Saulo, sabia ter contraído tal débito exatamente pela transgressão sistemática de mandamentos da Lei moral. Como religioso, como zeloso defensor dos direitos de Deus no contexto judaico, ele se empenhava em obter algum crédito cumprindo rigorosamente tudo o que preceituava o cerimonial da Lei.


Tempos depois, já como apóstolo. Escreveu ele: “circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei fui fariseu; quanto ao zelo, persegui a igreja; quanto à justiça que há na lei, fui irrepreensível.” (Fp. 3:5,6). Saulo, contudo, enquanto fariseu, com todo o zelo, com todo o respeito, com todo o cuidado pelos preceitos judaicos, dados e mandados pelo próprio Deus, não havia entendido ainda que o caminho da Lei não seria definitivo, pois o caminho da Lei não levava e não leva a lugar nenhum, já que sempre esteve obstruído pela carne que não conseguia cumprir os preceitos morais, e continua sem conseguir porquanto ninguém vive sem pecar. A irrepreensibilidade de Saulo era e foi em relação à parte cerimonial da Lei, jamais quanto as exigências morais e civis. Mas, padecendo de fanatinite aguda pelos valores do judaísmo, o fariseu nada via além de suas obrigações religiosas. E para defender sua fé, para resguardar os valores de sua fé, levantou-se contra o Filho de Deus, o mesmo Deus a quem pretendia servir com fidelidade e prontidão. “Saulo, Saulo, por que me persegues?”. Como poderia alguém perseguir àquele que está assentado a destra do Todo Poderoso nos mais altos céus? Saulo perseguia a remidos, que gritavam aos quatro cantos terem sidos salvos pelo sangue do Senhor. E o Senhor tomou as dores para Si. Aqueles a quem Paulo perseguia haviam reconhecido sua inutilidade, sua nulidade, sua incapacidade moral diante do Altíssimo, de Sua Lei e de Sua Justiça. E tendo ouvido sobre o evangelho da graça, tendo ouvido sobre o dom gratuito da vida eterna, pela fé confiança no sangue de Jesus, haviam-No invocado com Salvador e para Salvador abrindo mão de quantos valores religiosos possuíam, inclusive do judaísmo.


Voltando-se contra os remidos Saulo, sem que o soubesse, voltara-se contra os filhos de Deus, contra o Cordeiro Eterno, contra Aquele diante de quem todo o joelho se dobrará e de quem toda a língua há de confessar com Senhor. Saulo, apesar de todo o drama, teve atenuantes. Ele o fez vivendo na ignorância. Sua pergunta atesta-o: Quem és Senhor? E, além disso, não possuía o Santo Espírito. Tão logo teve conhecimento de quem se tratava, Saulo rendeu-se incondicionalmente à obra e ao nome do Senhor Jesus, transformando-se no maior propagador da mensagem da graça. E recebendo do Santo Espírito as mais sublimes e profundas revelações de quantas o gênero humano foi objeto.


Mas, será que o Senhor Jesus não dirigiria hoje a mesma pergunta que fez a Saulo no caminho de Damasco a muitos que dizem pregar o evangelho misturando-o, no entanto, com regras, preceitos, dogmas, usos e costumes? Com toda certeza Ele o faria. Aliás, as referências do Senhor sobre Laudicéia, o período atual da Igreja, são as piores possíveis. Ele não está nada satisfeito com o que andam dizendo Dele. Falar Nele até que falam. Mas dificilmente chegam a dizer o que o Santo Espírito revelou sobre o poder e sobre a eficácia do Seu precioso sangue.


Existe na realidade uma sistemática perseguição ao valor do Sangue de Jesus. A maioria dos que tinham tudo para proclamarem as virtudes daquele que os remiu, os que de fato O invocaram, vive, essa maioria, pregando um salvador vencido ou que é vencido a cada palmo por cada pecado cometido por quem o invocou. E essa maioria não terá como justificar suas atitudes. Atenuantes, nenhuma. Saulo de Tarso deveria, pelos vastos conhecimentos verotestamentários, ter compreendido que o jovem Galileu, crucificado em Jerusalém, era o Messias, era o Ungido de Deus. Depõe, contudo, a seu favor não serem as informações do Velho Testamento compreensíveis tão facilmente. Embora o fossem para alguém como ele. Entretanto, depois de dadas todas as revelações que cintilam quais jóias preciosas, principalmente nas epístolas paulinas, revelações que enfatizam, que reforçam, que ratificam e que sustentam o imensurável poder do sangue do Senhor Jesus, é incompreensível, totalmente, que remidos, tendo já recebido o Santo Espírito com selo, penhor e batismo, baseiem, fundamentem, estribem seus discursos em textos de antes da cruz, dos ensinos do Senhor para os judeus, das parábolas e do Velho Testamento.


Não existe quem consiga contar quantas vezes Abraão já subiu monte em Moriá para sacrificar Isaac. Nem quantas vezes José, filho de Jacó, já foi jogado na cova por seus irmãos. Naamã, então, já mergulhou nas águas do Jordão muitas centenas de vezes. Isso sem falar de Zaquel e de Bartimeu. Um descendo daquela figueira uma vez atrás da outra e o outro, jogando a capa que teima em voltar para novamente ser jogada. É só o que se ouve ou quase só. O Senhor diz de Laudicéia o que não disse de Igreja nenhuma dos períodos anteriores: que ela é cega (Ap. 3:17). Laudicéia, ainda que assistida pelo Santo Espírito, ainda que possuindo todas as revelações do evangelho da graça, dos escritos de depois da cruz, insiste em não ver as maravilhas quais nenhum gênio humano poderia imaginar pudessem vir a existir. Maravilhas tornadas possíveis só pela morte do Salvador. Qual o tema bíblico que pode, se quer, ser comparados aos grandiosos temas da Graça de Deus? Graça absolutamente inquestionável em seus efeitos, mas não encontrada em ocasião alguma antes da cruz.


Por que investir tempo em Naamã quando se tem a justificação pela fé no sangue de Jesus para ser pregada? Por que falar em José do Egito quando a reconciliação entre o pecador e o Criador já se fez possível pelo perdão total e definitivo para os remidos? Por que contar e recontar as histórias de Zaqueu e de Bartimeu e de outras personagens ao invés de expor os favores da Graça como a imputação, e o perdão, e a regeneração, e a propiciarão, e a expiação em termos eternos, das quais quase não se fala? Ninguém chega ao conhecimento da estrutura do arcabouço do plano salvador ouvindo essas histórias. Verídicas, sim. Interessantes, também. Entretanto, hoje, bem distante daquilo que só o Evangelho da Graça pôde revelar.


Conhecendo os patriarcas e os profetas, foi sabendo tudo e sobre todos do Velho Testamento, que Saulo perseguiu a Igreja, perseguindo os remidos pelo sangue do Senhor. Saulo não servia a nenhum deus pagão. Saulo não confiava em qualquer dos vultos do Olimpo. Conhecia a Mitologia greco-romana com certeza. Zeus, Mercúrio, Júpiter, Minerva e todos os outros seres mitológicos faziam parte de sua cultura. Porém, era dos patriarcas e dos profetas que ele se ocupava. Mas, esteve errado mesmo assim no episódio em pauta. O Filho de Deus já fora crucificado e sacrificado. O Messias de Israel, o Ungido de Deus, já executara a obra salvadora. Agora era necessário dizer, como disse muito tempo depois, o maior poeta da língua portuguesa: “Cesse tudo o que a antiga musa canta, que outro valor mais alto se alevanta”. Diante do sangue de Jesus nada faz mais sentido nem mesmo patriarcas e profetas. O Altíssimo fez saber a todos quando na transfiguração (Mt. 17:1-8), depois de terem desaparecido Elias e Moisés, quer dizer, os profetas e a Lei, e tendo ficado somente Jesus, o Autor e Consumador da fé salvadora (Hb. 12:2), disse: “Este é o meu amado Filho em quem Me comprazo. Escutai-O”. Moisés, fora. Elias, fora. Fora Abraão, Davi, Isaias, Daniel. Todos, fora. Pessoas ilustres. Homens dos quais o mundo não era digno (Hb 11:38). Mas, todavia, porém, homens pecadores. Homens de natureza pecaminosa. Homens que jamais conseguiram alcançar o que pretendiam e o que pretenderam. Homens que nada puderam fazer em favor de pecadores pois que, também o eram.


Não anunciar com toda intrepidez possível os recursos fantásticos do sangue de Jesus, recursos usados pelo Altíssimo para conceder perdão, justificação, imputação, reconciliação, regeneração, adoção, expiação e tudo o mais, é sem tirar nem pôr, perseguir ao Senhor de forma mais incoerente, danosa ainda, que Saulo de Tarso. É pregando sobre José do Egito e Naamã que se ensina por aí ser a salvação gratuita uma mensagem diabólica. “Uma vez salvo, salvo para sempre”, “dom gratuito de Deus”, “vida eterna”, verdade dessa estirpe não poderiam ser encontradas nos idos do Velho Testamento por mais tocantes que pudessem ser as histórias lá contidas, e muitas o são de fato. Mas graça, graça salvadora só depois da cruz. Só já tendo sido derramado o sangue do Salvador. Dizer, como há quem diga, que o sangue de Jesus não é suficiente para a salvação, havendo necessidade de mais alguma coisa, seja lá o que for que essa coisa seja, é arremessar-se qual desvairado contra ninguém menos que o Verbo Eterno feito homem. O homem perfeito, feito salvador, feito o Cordeiro de Deus.


Laudicéia tem agido assim. E tem causado ânsias de vômito no Senhor, levando-O a dizer: “Estou a ponto de vomitar-te da minha boca” (Ap 3:16). “Por que me persegues?” Qual a razão? Razão plausível. Razão que tenha substância. Razão que justifique a ação. Por que me persegues? Por quê? Não estais na Graça? Não saístes das trevas para a luz? Não recebestes a iluminação do Santo Espírito? Não O tendes como selo, penhor e batismo? Por que então me persegues? Já no Tribunal de Cristo, muitos remidos dariam o que não possuíram para poder voltar e consertar tudo o que disseram mal do Senhor Jesus. Todavia já será tarde demais.


Existem remidos que se inflamam hoje e agora contra a idolatria, contra os pecados da carne e contra os religiosos de outros seguimentos: como espíritas que não admitem o Senhor Jesus nem como Senhor nem como Salvador, no que estão (esses remidos) absolutos corretos, contudo esses, que assim se inflamam, investem contra o poder e contra a eficácia do sangue do Salvador de forma injuriosa, ultrajante, revoltante e totalmente irresponsável, perseguindo de forma tenaz a mensagem lúcida, bendita e única do evangelho da Graça: salvo uma vês, salvo para sempre. Obviamente, nenhum deles admitirá estar agindo de tal forma. Saulo também não admitia, ou não admitiu. Mesmo quando lhe pregaram diferentemente de seus conceitos, judaicos ortodoxos, como no caso de Estevão, a quem consentiu que fosse morto (pois teve os vestidos de que jogaram pedras aos seus pés), como membro do Sinédrio (At 7:58,59), Saulo manteve-se irredutível. Saulo tinha absoluta certeza de estar correto em seu parecer e em suas atitudes. Mas não estava. Era um perseguidor de Jesus. De Sua mensagem, de Seu evangelho. A mesmíssima coisa anda acontecendo, e já faz tempo, com muitos que falam de Jesus, porém usando seus próprios critérios, seus próprios arrazoados, seus próprios argumentos. Agora, pergunte alguém a Deus se Ele permitiu a morte de Seu amado Filho, depois de ter o Senhor cumprido todas as exigências da Lei, para, fosse lá quem fosse, estabelecer normas e regras a fim de que pudesse acontecer a remissão eterna de quantos invocasse o seu maravilhoso Nome. Pergunte alguém a Deus o que exige a Sua justiça do pecador além da invocação do nome poderoso do Senhor Jesus para remissão total e eterna. Pergunte alguém a Deus quanto custará o ter se manobrado a bendita Palavra e tê-la feita dizer o que jamais passou pela Eterna e Soberana mente. Pergunte alguém a Deus.


Quanta perseguição o Senhor tem sofrido, por quantos que Ele remiu com Seu sacrifício e com Suas dores. E quase ninguém desses tantos se quer consegue ouvir a voz do Senhor em um quase lamento: Por que me persegues não dizendo o tempo todo confiar totalmente no poder e na eficácia do Meu sangue, que te propiciou o dom gratuito da vida eterna? Por que me persegues pregando essa mensagem fraca, falha e dependente onde aparece mais falsas virtudes humanas que o peso da Minha obra na cruz? Por que me persegues fazendo o mundo acreditar que tudo o que eu consegui foi produzir curas, prosperidade e promessas vagas e vãs de uma salvação que só chegaria depois da morte e assim mesmo para os fiéis, obedientes, justos e bons?


VOCÊ TEM ALGUMA RAZÃO CONSISTENTE PARA DIZER DE JESUS O QUE O NOVO TESTAMENTO DELE NÃO DIZ? SE NÃO TEM, ENTÃO, INVOQUE O NOME DO SENHOR COMO SEU SALVADOR E PARA SEU SALVADOR AGORA. DEMORAR NÃO FAZ SENTIDO. TEMPO VOCÊ PODE NÃO TER MAIS QUE ESSE AGORA. SÓ O AGORA É SEU. SÓ O AGORA É NOSSO. O DEPOIS, MUITAS VEZES, NUNCA CHEGA.


Aos remidos, graça e paz!

2 comentários:

maravilhoso estudo !!!

Fique a vontade para comentar sempre que quiser, querido anônimo. Só assim você estará acrescentando conhecimentos válidos neste blog. Um abraço!

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